quinta-feira, 21 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Lupita, uma pérola negra
Nem bem se passaram dois anos desde que ela era uma estudante na escola de teatro de Yale, e Lupita Nyong'o já figura na bolsa de apostas como uma indicada ao Oscar de atriz coadjuvante por seu papel em 12 Years a Slave, novo filme de Steve Mcqueen. Mas é no tapete vermelho que ela já conquistou o aplauso de fashionistas, estilistas, público e imprensa. Lupita nasceu no México e foi criada no Quênia.
Sua personal stylist é Micaela Erlanger, que tem, entre suas clientes, a atriz Michelle Dockery, da série Downtown Abbey. Assim como Jennifer Lawrence ganhou a simpatia da maison Dior, e Rooney Mara, da Givenchy, Lupita é a next big thing quando o assunto é musa e moda. Acompanhe as escolhas para o tapete vermelho que a atriz desfilou recentemente.
Sua personal stylist é Micaela Erlanger, que tem, entre suas clientes, a atriz Michelle Dockery, da série Downtown Abbey. Assim como Jennifer Lawrence ganhou a simpatia da maison Dior, e Rooney Mara, da Givenchy, Lupita é a next big thing quando o assunto é musa e moda. Acompanhe as escolhas para o tapete vermelho que a atriz desfilou recentemente.
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| Lupita veste longo Prada com corpete bordado com paetês |
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| De longo amarelo J. Mendel |
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| A atriz desfila de look Moschino (à esq.), e macacão preto de Veronica Beard (à dir.). O escarpin de bolinhas brancas e pretas é seu favorito |
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| Para uma entrevista de televisão, blazer bicolor e calça vermelha, com charmoso óculos nerd |
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| Em cena de 12 Years a Slave, contracena com Michael Fassbender, um dos atores preferidos do diretor Steve McQueen |
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| Com um vestido Miu Miu estampado, ela brilha sozinha no tapete vermelho e conquista a imprensa |
terça-feira, 19 de novembro de 2013
De A a Z, com Isay Weinfeld em Nova York
Aos 40 anos de carreira, o arquiteto e cineasta Isay Weinfeld ganha exposição das peças que criou na galeria Espasso, tradicional local de apresentação de designers brasileiros em Nova York, no bairro Tribeca. Do ponto de vista de uma retrospectiva, a apresentação é bastante simbólica: começa com um berço e termina com uma caixão, ambos de madeira tauari.
De A a Z fica em cartaz até 1º de dezembro. A mostra apresenta em filmes os projetos que Weinfeld criou ao longo do tempo: o bar Número, a Casa Cubo, e o Hotel Fasano Boa Vista. Uma biografia também está sendo vendida no local, onde se pode ver o Fasano Las Piedras , de Punta del Leste, e a Livraria da Vila, projetos premiados do profissional.
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| Isay Weinfeld. Foto: Eliseu Cavalcante |
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| Berço criado por Isay Weinfeld. Foto: Eliseu Cavalcante |
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Mulheres de alma e cor
Escondida dentro de um mercadinho temporário na alameda Santos, encontrei o trabalho da designer Luiza Morandin, com franca inspiração africana, que eu simplesmente adoro.
Fico fascinada com a mistura de cores, os materiais e o resultado que se pode obter com miçangas e tecidos. Não pude resistir e comprei uma saia de algodão muito bem cortada, a um preço muito convidativo.
Também fiquei com vontade de adquirir colares, pulseiras, brincos e fazer o look Mamma Africa completo. As peças estão expostas até janeiro. Não perca!
Mercadinho Chic
Alameda Santos, 1347
De 11 a 29 de novembro (dia 20, feriado, não abre)
De 9 a 20 de dezembro
De 13 a 24 de janeiro
Segunda-feira a sexta-feira, das 12h às 20h
www.mulheresdealmaecor.com.br
Ateliê: (11) 2768-9883 (atendimento com hora marcada)
Fico fascinada com a mistura de cores, os materiais e o resultado que se pode obter com miçangas e tecidos. Não pude resistir e comprei uma saia de algodão muito bem cortada, a um preço muito convidativo.
Também fiquei com vontade de adquirir colares, pulseiras, brincos e fazer o look Mamma Africa completo. As peças estão expostas até janeiro. Não perca!
Mercadinho Chic
Alameda Santos, 1347
De 11 a 29 de novembro (dia 20, feriado, não abre)
De 9 a 20 de dezembro
De 13 a 24 de janeiro
Segunda-feira a sexta-feira, das 12h às 20h
www.mulheresdealmaecor.com.br
Ateliê: (11) 2768-9883 (atendimento com hora marcada)
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| Detalhe da saia de estampa africana |
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| Pulseiras de miçangas coloridas |
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| Colares de várias voltas |
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| Pulseira de miçangas pretas foscas |
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| Saia e colar à venda no Mercadinho Chic |
O terno rosa mais famoso da história
Aos 50 anos do aniversário do assassinato de John F. Kennedy, em Dallas, um dos personagens mais interessantes do trágico 22 de novembro continua dando pano pra manga: o terno rosa que Jackie usou.
Nunca mais visto, a peça de roupa mais emblemática da história da moda permanece intacta e escondida do público em um ambiente refrigerado no National Archives, em Washington, a pedido da família.
Alguns acreditam que sua exibição poderia causar uma histeria em massa. A instituição que guarda o acervo político dos Estados Unidos, recebeu a caixa em 1964, com o terno (saia e casaquinho), o par de meias, e mais os sapatos e a bolsa navy que Jackie usou. O par de luvas brancas e o chapéu se perderam na multidão.
Em 2003,a direção foi avisada pela família (a filha Caroline Kennedy é a herdeira das peças) de que o material passaria a pertencer a seu acervo, contanto que o mantivesse longe do público até 2013. E segundo o jornal The New York Times, não será visto por mais cem anos.
O terninho de estilo Chanel, rosa com lapela azul-marinho, foi confeccionado pela casa Chez Ninon, a pedido de Jackie. De linhas retas, foi usado seis vezes pela primeira-dama em aparições oficiais. Depois de ver o marido ser assassinado na sua frente, não quis limpar as manchas de sangue. "Eu quero que vejam o que eles fizeram", diz a viúva, que sempre usou seu poder influenciador para criar tendências de moda e de comportamento.
Nunca mais visto, a peça de roupa mais emblemática da história da moda permanece intacta e escondida do público em um ambiente refrigerado no National Archives, em Washington, a pedido da família.
Alguns acreditam que sua exibição poderia causar uma histeria em massa. A instituição que guarda o acervo político dos Estados Unidos, recebeu a caixa em 1964, com o terno (saia e casaquinho), o par de meias, e mais os sapatos e a bolsa navy que Jackie usou. O par de luvas brancas e o chapéu se perderam na multidão.
Em 2003,a direção foi avisada pela família (a filha Caroline Kennedy é a herdeira das peças) de que o material passaria a pertencer a seu acervo, contanto que o mantivesse longe do público até 2013. E segundo o jornal The New York Times, não será visto por mais cem anos.
O terninho de estilo Chanel, rosa com lapela azul-marinho, foi confeccionado pela casa Chez Ninon, a pedido de Jackie. De linhas retas, foi usado seis vezes pela primeira-dama em aparições oficiais. Depois de ver o marido ser assassinado na sua frente, não quis limpar as manchas de sangue. "Eu quero que vejam o que eles fizeram", diz a viúva, que sempre usou seu poder influenciador para criar tendências de moda e de comportamento.
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| Terninho rosa com lapela azul para acompanhar o marido John F. Kennedy, assassinado minutos depois |
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| O chapéu pillow box se perdeu na multidão na hora do disparo que matou o presidente |
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| Jackie se recusou a limpar as manchas de sangue depois da tragédia e o terninho assim permanece desde que foi usado em 1963 |
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| A Chez Ninon confeccionou o duas peças a pedido de Jackie, com inspiração na maison Chanel |
domingo, 17 de novembro de 2013
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