sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Azul da cor do mar, ou da lagoa

Chama-se Lagoa Particular a cor que a empresa Tintas Coral escolheu para 2014, como parte do Colour Futures, seu estudo internacional de tendências. Segundo o exame, o azul esverdeado deve ser combinado com tons neutros e matizes amadeirados. Mesmo sendo uma nuance tão específica, é versátil e funciona bem em diferentes combinações de cor. 

Para quem tem dúvidas de como usar esse tom na decoração, ou mesmo na moda, o azul esverdeado pede contraste. Seu lugar na esfera de cores fica oposto ao coral, mas também vai bem com rosa e ocre quente. Para criar um efeito tom sobre tom, pode-se usar outros tons de azul esverdeado, de verde e de azul.

Uma parede azul esverdeada pode trazer frieza a um ambiente, o ideal é escolher móveis de madeira e pincelar com acessórios de cores quentes, como laranja, amarelo, pink ou vermelho. Se a ideia é dar um ar masculino, peças de linhas retas de ferro trazem sobriedade.

O azul esverdeado é uma excelente opção para estofar um sofá numa área que receba bastante luz, como uma varanda. A sensação de tranquilidade é imediata. Com algumas almofadas lilás e um vaso com flores amarelas, a sensação de alegria e aconchego é imediata.  


Uma varanda com cadeiras azuis esverdeadas e complementos
na cor pink alegram o astral


O pavão mostra que o tom sobre tom fica lindo
e inspira a decoração e a moda


Um banheiro com azulejos azuis esverdeados e
detalhes marrons ou pretos é muito chique

 
Verde, azul, branco e marrom: o signo da paleta sóbria

Misturar vários tons de azul com verde também funciona
na área de estudo ou lazer
Uma simpática poltrona para um bebê moderno
Verde e coral: elegância clássica para qualquer ambiente

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Moda batizado

Eleita como uma das mulheres mais elegantes do mundo, Kate Middleton não decepcionou seus fãs e foi a estrela do batizado de seu filho, o príncipe George. A duquesa de Cambridge usou um conjunto de  duas peças da maison Alexander McQueen na cor creme, criado pela estilista Sarah Burton. Nos pés, escarpins nude da L.K. Bennet, um de seus preferidos. 


Para não fugir à tradição, uma chapéu Jane Taylor na cabeça completou o look da aparição oficial. O acessório está à venda na loja online da estilista e custa 755 libras (R$ 2.684,78). O bebê George surgiu com uma réplica de uma vestimenta real, nos mesmos tons usados pela mãe, a duquesa de Cambridge. A peça é usada pela crianças da família há 172 anos e foi confeccionado por Angela Kelly, costureira da rainha Elizabeth. 

Kate Middleton vestiu conjunto Alexander McQueen
e chapéu Jane Taylor, en tons creme
O conjunto faz parte da última coleção criada por Sarah Burton para a maison Alexander McQueen, customizado para a duquesa


O chapéu pode ser comprado na loja online da estilista
Jane Taylor e custa R$ 2.684,78
No retrato real, o bebê George brinca e apresenta
sua vestimenta, usada há 172 anos pela realeza.
As fotos oficiais foram feitas por Jason Bell




quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Verde que te quero, muito verde!

Uma planta no meio da sala já muda o visual

Como se estivesse sentado na grama! 
Uma plantinha em cima de uma escadinha muda o astral 
E para os fãs incondicionais da cor verde, uma cozinha
 com cara de floresta!
E que tal um cactus no meio da cozinha? 
Fotos: www.desiretoinspire.net

Túnel do tempo


Peça de metal escovado é exemplo de vintage industrial


A Revolução Industrial do século 19 trouxe máquinas, engrenagens e muito metal para a civilização. As formas duras se transformaram, com os anos, em fonte de inspiração para arquitetos e decoradores que incorporaram essa estética em projetos de residências, bares e restaurantes. Nascia ali o vintage industrial, uma tendência de design de interiores que cada vez mais ganha força.

A moda começou a pegar quando os lofts de Nova York, antigos galpões instalados em áreas não tão nobres, mas hoje bastante valorizadas, começaram a receber peças que combinavam com essa atmosfera brutalista, sem acabamento. Os garimpeiros de móveis de plantão começaram a sair em busca de tudo o que lembrasse a época da revolução. Mesas de metal, estantes, luminárias, estantes, mesas, cadeiras. Quando mais velho, mais bacana.

A loja Desmobília, especializada em móveis de época, releituras e reproduções, é uma das mais criativas quando o assunto é vintage industrial. No site da empresa, há uma seção dedicada ao tema com achados que nos fazem lembrar a escola onde estudamos, a fábrica onde nosso tio trabalhou e o visual de bares antigos.

Usar uma peça vintage industrial na decoração de uma residência requer, entretanto, uma cautela especial. Um ambiente carregado com peças de metal torna tudo frio e nada aconchegante. A receita perfeita é escolher uma peça de impacto e combinar com o que já existe, de preferência de cores quentes e textura aconchegante. A tendência cada vez mais ganha fãs, seja porque na maioria das vezes as peças são únicas e exclusivas, seja porque nos trazem lembranças afetivas.         

Armário da década de 60 no escritório
Luminária pantográfica


Mesa, banco e estante de metal com cadeira
da década de 50: boa combinação

Sala de jantar com cadeiras de metal coloridas


Luminária de galpão 


Relógio da Desmobília (www.desmobilia.com.br). A loja faz sua venda especial a partir desta sexta-feira, 25/11
Banco Mourato, da Oppa (www.oppa.com.br), é referência
 para quem quer ter uma peça vintage industrial em casa

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Arquitetura da roupa

Criação de Helena Noto em organza azul. Foto: Saulo Szabo

Helena Noto fez cinema em Madri, mas quando voltou ao Brasil resolver fazer moda. A jovem estilista de 30 anos cria roupas atemporais, que podem ser usadas no inverno ou no verão. “Quando eu voltei a morar aqui, saía para comprar roupa e não encontrava boas marcas com preços justos”, diz. Ali, há um ano, nasceu a ideia de ter a marca que leva seu nome.

São peças inspiradas no minimalismo, sem muitos detallhes e de acabamento impecácel. Calças retas, camisetas de organza, vestidos-camisa, em tecidos nobres e de cores sóbrias como vinho, azul-marinho, preto e branco. “É roupa que dura, não é descartável”, diz. Não existe loja. A consumidora pode adquirir as peças online ou em pequenas vendas que ela faz na casa de amigos.

“A mulher que compra a minha roupa não quer parecer sensual explicitamente, ela não se rende ao fashionismo”, diz. Admiradora do trabalho de Alexander Wang, agora no comando da maison Balenciaga, e também das marcas Acne, Dries van Noten, Miu Miu e Gloria Coelho, a talentosa Helena se prepara para lançar uma nova coleção e algumas peças para o universo masculino. “Os homens também querem”, diz.

Helena Noto www.helenanoto.com.br


Vestido-camisa bicolor

Vestidos lânguidos para a mulher contemporânea,
que podem ser usados no verão ou no inverno



Fun time

Prato da noite: Tokyo!

Tchau gravata?

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos,acena
 com David Cameron, primeiro-ministro do Reino Unido.
A nova ordem mundial diz: aqui é sem gravata

Quando Barack Obama, presidente dos Estados Unidos estabelece um novo parâmetro para um acessório que decora o pescoço, a pergunta surge imediatamente: a gravata morreu? Símbolo do mundo corporativo, o pedaço de pano que surgiu no século 17, durante a Guerra dos 30 anos da França, com a função de fechar os casacos dos soldados, resistiu. O adorno agradava o rei Luís 13, que batizou a peça de La Cravate. Outras línguas seguiram o nome de batismo como a italiana cravatta, a alemã krawatte, a espanhola corbata e a brasileira gravata.

De lá para cá, a gravata ganhou formas e tecidos diferentes ao longo dos séculos, mais como signo de elegância do que propriamente de funcionalidade. Assim como o biquíni, o pequeno pedaço de tecido aceita estampas variadas e agrada dos mais conservadores aos fashionistas.

Recentemente, em aparição oficial, príncipe Harry da Inglaterra surgiu com uma gravata de coelhinhos, o que a imprensa mundial apenas entendeu como mais uma ousadia do nobre rebelde. O cantor Justin Timberlake lançou seu terceiro álbum e no videoclipe de divulgação da música Suit and Tie apareceu de terno Tom Ford com gravata-borboleta, estabelecendo um novo código moderno para o mundo da música.

Apesar de as grandes lojas de departamento confirmarem que as vendas dos acessórios caem ano a ano, a gravata chega a 2013 como símbolo de escolha fashionista. O blogueiro Brian Boy acaba de lançar uma coleção para a estilista Adrienne Landau, desenhada por ele, de gravatas-borboletas de pele sintética coloridas, o que prova que quando o assunto é elegância, há sempre espaço para reinventar um clássico de mais de dois mil anos. 

La cravate do século 17 usada por soldado
durante a guerra dos 30 anos na França
A gravata em forma de laço adornava os pescoços
dos dândis no século 19


Todos querem ser Don Draper com sua gravata fininha cheia de
charme, seus ternos bem cortados e seu gel no cabelo

A gravata-borboleta é um clássico dos fashionistas, que desfilam
a peça em ocasiões formais ou descontraídas

Justin Timberlake largou os looks agarradinhos e
surgiu de terno Tom Ford com gravata-borboleta

As gravatas para todos do blogueiro Brian Boy, que criou
 uma coleção para a estilista Adrienne Landau 
Gravatas para que te quero! Peças originais para quem
 quer se destacar na multidão com muito estilo